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Criando e dançando os parangolés de Hélio Oiticica
16SET

Criando e dançando os parangolés de Hélio Oiticica

Data
16 de setembro de 2026
Horário
14:30 – 17:30
Local
Sesc 14 BisR. Dr. Plínio Barreto, 285 - Bela Vista, São Paulo - SP, 01313-020Sala de Oficina 2
Previsão
Garoa1317°C
Categoria
Cursos e Oficinas

Sobre o evento

Inspirada na obra Parangolé, do artista Hélio Oiticica, a oficina propõe uma vivência em que o público deixa de ocupar o lugar de espectador para tornar-se participante ativo da obra. Ao criar, vestir e dançar suas próprias vestimentas artísticas, cada pessoa experimenta a arte como acontecimento vivo uma prática que se revela no corpo, no espaço e no encontro. Mais do que um espaço de produção artística, a oficina se estabelece como território de troca, escuta e celebração, onde criar é também um modo de existir, compartilhar e transformar. Hélio Oiticica (1937-1980) foi um dos artistas mais revolucionários da arte brasileira, reconhecido internacionalmente por sua produção experimental. Na década de 1960, desenvolve os Parangolés: vestimentas artísticas compostas por camadas de tecidos, cores, palavras e imagens, que se revelam plenamente no movimento do corpo. Mais do que objetos, os Parangolés são experiências vivas: obras-ação que integram corpo, espaço e tempo. Seu princípio fundamental é a participação ¿ o espectador torna-se criador. ———- Wander Rodrigues é artista visual, performer e arte-educador social, atuante em São Paulo. Sua prática articula arte, corpo e memória por meio de processos que envolvem o fazer manual, a escuta e a criação coletiva. Com formação em Artes Visuais/Licenciatura, Artes Cênicas e especialização em Educação Ambiental e Cenotecnia Teatral, pesquisador em máscaras teatrais, upcycling, economia circular e o envelhecer no século XXI.  Desenvolve projetos que transitam entre bordado, costura, performance e sustentabilidade, utilizando materiais reciclados como linguagem poética e crítica. Atua em instituições e espaços educativos, com foco em ações voltadas ao público 60+. Sua pesquisa propõe a arte como experiência de encontro, expressão e transformação.

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